Jefferson Ricardo

A sabedoria é destinada a todos, entretanto nem todos conseguem utilizá-la dia a dia.

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Pesquisa aponta crescimento do uso comercial de mídias sociais

Publicado por Jefferson Ricardo em 02/09/2009

Que as mídias sociais estão em alta, todo mundo já sabe. As principais empresas do mundo estão utilizando redes como Facebook, Twitter, You Tube e LinkedIn para divulgar seus produtos e marcas. De acordo com uma pesquisa realizada com o mercado americano em junho, pela Association of National Advertisers e pela BtoB Magazine, 66% delas usaram algum tipo de mídia social este ano. Em 2007, o número foi de 20%.

Ainda pouco popular do Brasil, o Facebook é o mais utilizado. 74% dos entrevistados responderam que usam o site para fins comerciais. Depois estão You Tube e Twitter, com 65% e por último a rede de negócios LinkedIn, com 60%. Outro dado interessante é de onde virão as fontes de investimento: 55% dizem ter transferido recursos de mídias tradicionais; 48% usaram dinheiro do marketing e 26% criaram um fundo extra para estes investimentos.

Para 2010, as redes sociais perderão espaço para os blogs. 34% dos entrevistados citaram eles como o principal novo canal de mídia. 28% citaram as mídias móveis e somente 23% citaram as mídias sociais.

Fonte: Revista Consumidor Moderno
Link relacionado: Saiba como anunciar na maior rede social do Brasil

http://www.wbibrasil.com.br/boletim.php?id_boletim=608&utm_source=email&utm_medium=news&utm_content=not11&utm_campaign=newsWBI74
02/09/09 – 13h55

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Profissionais de marketing preferem Twitter a Facebook

Publicado por Jefferson Ricardo em 02/09/2009

O Facebook pode ter ultrapassado recentemente o MySpace como o site de redes sociais mais visitados dos Estados Unidos, mas, no mundo do marketing, o Twitter está ganhando espaço rapidamente. Um estudo realizado pela Burson-Marsteller com as 100 empresas do ranking Fortune 100 mostra que mais empresas estão presentes no Twitter (54%) do que no Facebook (29%).

Cerca de 20% das maiores empresas do mundo usam ou uma das duas mídias, ou têm blogs. Delas, 76% dizem estar mais propensas a usar o Twitter do que os outros dois. Empresas que preferem usar dois dos três canais adotam primordialmente o Twitter (64%), para divulgar notícias da empresa, como canal de atendimento ao cliente, promoções de marketing e recrutamento de funcionários.

Fonte: eMarketer
Link relacionado: Saiba como anunciar em redes sociais

http://www.wbibrasil.com.br/boletim.php?id_boletim=610&utm_source=email&utm_medium=news&utm_content=not10&utm_campaign=newsWBI74
02/09/09 – 13h50

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Famosos pagam redatores para escreverem posts no Twitter

Publicado por Jefferson Ricardo em 24/08/2009

Noam Cohen O rapper 50 Cent está entre os diversos astros que recentemente começaram a usar o Twitter como forma de contato com os fãs que desejam acesso quase contínuo às suas vidas e idéias. Em 1° de março, ele contou um de seus pensamentos às mais de 200 mil pessoas que o acompanham: “Minha ambição me conduz por um túnel que nunca chega ao fim”. As palavras são de 50 Cent, mas não foi ele que as colocou no Twitter.

Na verdade, quem fez isso foi Chis Romero, conhecido como “Broadway”, diretor do império de internet do rapper, que decidiu digitar as palavras do músico depois de ler uma entrevista. “Ele não usa o Twitter pessoalmente”, disse Romero sobre 50 Cent. “Mas a energia que está lá é a dele”.

Em sua curta história, o Twitter – sistema de microblogging baseado em mensagens de 140 caracteres – se tornou uma importante ferramenta de marketing para celebridades, políticos e empresas, prometendo um nível de intimidade jamais atingido anteriormente na web, bem como oferecendo ao público a oportunidade de se comunicar diretamente com pessoas e instituições que antes pareciam confortavelmente isoladas no alto de seus pedestais.

Mas alguém precisa escrever os posts, mesmo que cada um deles mal contenha uma frase. Em muitos casos, as celebridades e suas equipes começaram a recorrer a redatores externos – os “ghost twitterers” – que mantêm os fãs atualizados sobre as mais recentes reviravoltas em suas vidas e carreiras, muitas vezes em estilo que imita de perto o astro em questão.

Já que o Twitter é visto como conexão íntima entre astros e fãs, muitos dos artistas preferem não divulgar o fato de que contam com ajuda paga para divulgar suas idéias.

Britney Spears recentemente publicou um anúncio procurando por um funcionário que, entre outras coisas, a ajudasse a criar conteúdo para o Twitter e o Facebook.

Kanye West explicou, em entrevista à revista New York, que havia contratado duas pessoas para atualizar seu blog. “É assim que um designer deveria trabalhar”, disse.

Mas não são apenas celebridades que se vêem forçadas a recorrer a equipes externas para produzir comentários reais sobre suas atividades cotidianas. Políticos como o deputado Ron Paul designaram assessores para criar posts no Twitter e perfis no Facebook. Quando candidato e agora como presidente, Barack Obama tinha uma equipe de assessores para redes sociais encarregada de alimentar o Twitter.

Os famosos há muito usam “ghost writers” para suas autobiografias e outras tarefas de auto-exaltação. Mas a idéia de contratar alguém para produzir atualizações constantes sobre as vidas deles parece ligeiramente absurda.

O astro do basquete Shaquille O’Neal, por exemplo, costuma escrever muito em sua conta no Twitter – “The Real Shaq” -, usando-a para divulgar notícias, piadas e ocasionais provocações a adversários; ele conta com 430 mil seguidores.

“Se preciso falar, eu mesmo o farei”, disse O’Neal, enfatizando que a tecnologia permite que ele contorne a mídia e se comunique diretamente com os fãs.

Quanto à tentação de contratar alguém para escrever por ele, O’Neal diz: “São 140 caracteres. Muito pouco. Se você precisa contratar alguém para isso, lamento por você”.

Os atletas parecem ser puristas quanto a isso. Lance Armstrong, horas depois de quebrar a clavícula direita, estava escrevendo sobre isso no Twitter, digitando com a mão esquerda. Charlie Villanueva, ala do time de basquete Milwaukee Bucks, enviou um Twitter do vestiário, no intervalo de uma partida em 15 de março, dizendo “preciso batalhar mais”. (O técnico do time, Scott Skiles, não gostou da distração, mas ainda assim a equipe venceu.)

Mas para políticos como Paul, pré-candidato à indicação presidencial republicana em 2008, o Twitter é uma ferramenta organizacional e não uma forma de permitir que os seguidores observem a cena nos bastidores. “Durante a campanha presidencial”, diz Jesse Benton, o diretor de campanha de Paul, “nós designamos um funcionário para cada site de redes sociais. Eles divulgavam as mesmas mensagens neles, e tentavam conduzir mais visitantes ao site da campanha”.

Ele diz que, em alguns raros casos, os seguidores online atribuíam significado mais amplo ao relacionamento online. “Em algumas das redes sociais, recebíamos mensagens sinceras com agradecimentos por termos permitido que a pessoa entrasse em nossa lista de amigos”, ele recorda.

Muitos comentaristas online estão indignados com o uso de redatores contratados no Twitter, mas para Joseph Nejman, ex-consultor de Spears que a ajudou a desenvolver sua estratégia de web, há algo de hipócrita nisso. “Uma marca comercial pode usar o Twitter”, ele comentou, “mas uma celebridade não pode contratar alguém para fazer o mesmo. A questão é que celebridades também são marcas. O que elas são para o público nem sempre é aquilo que são por trás das cortinas. Se os assessores sabem como lidar com isso melhor do que o astro, deveriam ser encarregados de fazê-lo”.

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times

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Perfil dos Twitteiros no Brasil

Publicado por Jefferson Ricardo em 04/08/2009

Em abril a Bullet realizou uma pesquisa para mapear os usuários do Twitter no Brasil. Segundo a comScore, o Twitter já possuía, em abril uma legião de 32 milhões de usuários únicos no mundo. Para a amostragem da pesquisa no Brasil, a Bullet contou com a participação de 3.268 usuarios.

De acordo com o resultado, o usuário padrão do Twitter no Brasil é, em sua maioria (61%), do sexo masculino, com idade entre 21 e 30 anos, solteiro e mora no Rio de Janeiro e em São Paulo. São heavy-users da internet e costumam passar cerca de 50 horas semanais conectados. Quase 60% dos usuários são formadores de opiniões e possuem seu próprio blog, além do Twitter.

A maioria dos internautas (53,6%) acha interessante ações publicitárias na ferramenta e quase metade dos entrevistados nunca participou de ações promocionais no Twitter. 70% dos usuários segue ou já seguiu perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.

A pesquisa foi realizada por Bruna Calheiros, responsável por Presença Digital da Bullet.

[fonte:Revista Meio Digital Julho / Agosto 2009]

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Rede social Sonico chega oficialmente ao Brasil

Publicado por Jefferson Ricardo em 04/08/2009

Fernando Katayama
Direto de São Paulo

A rede social voltada aos países latinos Sonico anunciou sua chegada oficial ao Brasil em encontro realizado na Cyber Games e Internet, em São Paulo. O objetivo do serviço, que já conta com cinco milhões de usuários brasileiros inscritos, é se tornar a principal rede social da América Latina: além do Brasil, o Sonico está presente também em países como Argentina, Colômbia, Chile e Peru, sendo que ao redor do mundo o número de pessoas cadastradas chega a 24 milhões.

Como diferencial, o Sonico aposta em recursos que ainda não são prioridade em outros sites de relacionamento, como segurança de dados e confiabilidade dos perfis. “Nos preocupamos com a credibilidade das informações, por isso uma equipe de quarenta pessoas checa tudo aquilo que é postado no site“, afirmou Rodrigo Teijeiro, criador e CEO do Sonico, sobre a questão da moderação – um dos seus principais destaques.

Uma outra promessa do site é o suporte aos conteúdos multiplataforma, principalmente aqueles destinados ao mercado de celulares. Com o crescimento da tecnologia 3G no País, a meta do Sonico é prover serviços como recargas de aparelhos e envios de alerta por SMS.

Dentro do Sonico, os usuários podem personalizar o visual de suas páginas inserindo cores e fundos, compartilhar fotos e vídeos de forma ilimitada, desafiar pessoas em jogos, ler notícias, além de organizar eventos, enviar comentários, visitar comunidades temáticas e organizar uma agenda.

A proposta do Sonico não é a de fomentar o namoro nem a busca por novas amizades – apesar de o serviço permitir isso. Seu principal foco é ser uma rede de “pessoas reais em contato com amigos reais” numa espécie de vida digital.

O Sonico foi criado em julho de 2007 e pode ser acessado pelo endereço www.sonico.com.

Redação Terra

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Redes Sociais Ganham Importância Como Ferramenta De Desenvolvimento E Networking

Publicado por Jefferson Ricardo em 08/07/2009

Muitos profissionais mergulharam de cabeça na onda das comunidades virtuais em busca de desenvolvimento e para fazer networking. Mas como estas ferramentas podem auxiliar? Career Center Os meios de comunicação eletrônicos revolucionaram o modo como nos relacionamos, graças à facilidade do uso, à rapidez e à instantaneidade que eles trouxeram. Hoje, inúmeros sites de relacionamento nos permitem encontrar pessoas com os mesmos interesses e afinidades. No mundo corporativo, redes sociais como o LinkedIn trouxeram novas possibilidades para executivos que desejam trocar experiências, estar atualizados com o que está acontecendo no mercado e interagir sobre as novas práticas nas organizações. Neste cenário, surgem fenômenos como o Twitter, serviço de microblogs, que ganha novos seguidores diariamente e cada vez mais é utilizado para fins profissionais, por pessoas que querem ampliar e acessar com mais facilidade sua rede de contatos ou se informar e trocar experiências sobre temas que podem ajudar a se desenvolverem profissionalmente. Para Priscila D´Addio, gerente de Novos Negócios e Relacionamento da Career Center, se utilizadas corretamente, as redes sociais e outros mecanismos on-line podem ser ótimas ferramentas de apoio para o desenvolvimento do profissional. “É possível, por exemplo, seguir o Twitter de empresas, de especialistas ou publicações voltadas para executivos, para saber quais são os temas ou notícias importantes e que trazem relevância a empresa em que atua ou ao seu momento profissional. A partir daí, o profissional pode buscar detalhes da informação de interesse ou trocar ideias e experiências com outros profissionais”, explica. Atenta às possibilidades de relacionamento trazidas pelas redes sociais e às ferramentas que podem colaborar com o desenvolvimento da carreira de profissionais, a Career Center desenvolveu uma comunidade de relacionamento exclusiva para os atuais clientes ou para aqueles que já utilizaram seus serviços. “A comunidade foi desenvolvida para incrementar a rede de contatos dos clientes e facilitar a troca de ideias e informações, seguindo uma metodologia que ajuda a gerar e manter relacionamentos que tenham um valor profissional efetivo, algo que muitas vezes não ocorre nas redes sociais da internet”, ressalta Priscila. A Career Center também está presente no Twitter, para levar às redes sociais discussões e conteúdo relacionados ao desenvolvimento de carreira. De fato, as redes sociais, se bem utilizadas, podem ser muito úteis para fazer networking e para se manter atualizado sobre o mercado. Em alguns casos, o envio de mensagens por meio do Twitter, do LinkedIn, de blogs ou de comunidades pode ser mais uma interessante alternativa ao uso do telefone ou do e-mail, por exemplo. “Os executivos que se utilizam dos serviços de assessoramento para uma transição de carreira aprendem na Career Center que um dos principais pilares de sustentação de suas carreiras é a administração eficiente da sua rede de relacionamentos. A comunidade da Career Center auxiliará o networking dos nossos clientes”, comenta Priscila. Mas é preciso ter bom senso: caso o profissional não tenha um relacionamento de proximidade com a pessoa a quem quer passar a mensagem, o uso de meios mais formais de comunicação ainda é a forma mais adequada de abordá-la. Afinal, o contato pessoal ainda é a chave do bom networking e do marketing, em que os relacionamentos profissionais são verdadeiramente eficientes e duradouros.

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Redes Sociais: mini cases da Rede Globo e CEOs

Publicado por Jefferson Ricardo em 03/07/2009

Se você quiser entender como a Rede Globo lida com o fenômeno e a questão das redes sociais veja a apresentação da Mônica Albuquerque, Diretora de Comunicação da TV Globo, é jornalista, trabalha há 10 anos na Central Globo de Comunicação (CGCOM).

Mas para resumir e dar a você uma idéia de como começar a pensar em implantar essas estratégias na sua empresa, vamos a alguns dados:
Em marco/2009, por sugestão da Bites, o Ibope Inteligência foi contratado pela emissora para realizar um estudo para ajudar a Globo a enxergar melhor esse universo. Usou-se a tag Globo e alguns parâmetros e filtros.

40 blogs que mencionavam produtos e ações da emissora foram identificados. Identificou-se um comprometimento de blogueiros em “festejar a importância da visibilidade de blogs / blogueiros na tv”. 21 comunidades no orkut foram eleitas para um trabalho inicial regular doravante, além dos 40 blogs.

Em síntese, algumas sugestões do estudo foram:

- Fortalecer as ferramentas institucionais na Internet
- Aproximar-se da comunidade de fãs
- Abrir um canal de relacionamento com os blogs
- Usar o twitter para comunicações instantâneas
- Manter monitoramento permanente

Com isso entendeu-se que a própria home da Rede Globo deveria ter uma nova roupagem também. Uma nova plataforma para torná-la mais afeita a esse novo cenário começou a ser construída.

Simples, não? Recomendo a todos que façam uma busca do nome da empresa de vocês. Isso é monitoramento, algo comum para quem quer cuidar da imagem, da marca e da reputação de uma empresa. Disso dá para desdobrar em várias ações. O fato é, sua empresa terá que contratar alguém só para cuidar dessa mídia. Se for uma empresa maior, cabe uma área só para isso. Não deixe que isso seja terceirizado, pode até ter orientação externa, mas o monitoramento cabe à empresa. Senão poderão cair no famoso clipping que não é lá a melhor ferramenta para o mundo on-line.

Agora o blog UberCEO fez uma pesquisa que apontou que nenhum dos 100 maiores executivos de empresas – CEOs (Chief Executive Officers) eleitos em 2009 pela revista Fortune têm blog.

Outros resultados:
- Só 2 tem conta no Twitter.
- 13 tem perfil no LinkedIn, sendo que apenas 3 tem mais de 10 conexões.
- 81% não têm perfil no Facebook.
- 75% tem um artigo no Wikipedia, mas 28% destes possuem título incorreto ou poucas fontes e informações.

Veja mais abaixo:

Fortune 100 CEOs Are Social Media Slackers


No fundo, não é surpresa. Há políticas, acordos de confidencialidade, e estar em redes sociais não é ser uma celebridade, mas a exposição é imensa e toma tempo, querendo ou não. É algo estratégico que não depende da pessoa. Se todos tivessem, a pesquisa seria para ver se eles atualizam os dados nas redes, ou seja, sempre haverá margem para discussão ao estilo paparazzis. E tem outra, a velocidade com que as redes sociais estão se desenvolvendo e evoluindo ganhou mais força com a integração na mídia televisiva e nas ações de marketing. É o velho “não quero ficar de fora” forçando a rápida adoção.

Agora é decidir o que fazer e seguir em frente. Dúvidas? Ótimo!

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Pesquisa – Retrato da Crise: as classes C e D em estado de alerta

Publicado por Jefferson Ricardo em 04/02/2009

Nos últimos dois anos a McCann Erickson vem estudando e se especializando nos hábitos de consumo e comportamento dos consumidores das classes emergentes. Um dos produtos dessa especialização será o lançamento no final deste ano de um profundo estudo sobre esse público, realizado pela McCann na América Latina e Brasil.
Porém, a atual crise financeira mundial levou a agência a realizar outro estudo, em caráter emergencial, sobre a reação desses consumidores diante deste cenário inquietante.

A pesquisa “Retrato da Crise: as classes C e D em estado de alerta” foi realizada com 1720 pessoas das classes CD em sete países da América Latina (Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Honduras, México e Panamá), no período de 25 a 31 de outubro. No Brasil, a pesquisa foi realizada com execução técnica do DataPopular nas capitais e cidades com mais de 200 mil  habitantes, nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Foram 618 entrevistas com pessoas economicamente ativas, de ambos os sexos, na faixa dos 24 a 60 anos e renda familiar entre R$ 607,00 e R$ 3.033,00. A margem de erro é de até 4%.

Destaques do Estudo

1) Tônica da crise no Brasil vai ser ditada pelo comportamento das classes C e D

2) Essas classes vivem momento de apreensão, motivada pela mídia. A crise não é ainda sentida no seu dia -a- dia

3) Quando o assunto da crise entra em pauta: 80% acham que a crise trará algum impacto para sua família e 32% trará muito impacto

4) Consumidores brasileiros emergentes sentem que a crise vai afetar menos o Brasil do que os outros países da América Latina

5) A sua expectativa é que a crise dure até 1 ano. Nos outros países essa expectativa é o dobro.

6) O discurso de crise leva as pessoas a adotarem um comportamento de crise: 61% já estão postergando compras e investimentos. Principalmente investimentos/compra de carro e reformas da casa.

7) Outros comportamentos que irão adotar caso sintam que a crise se agravou: o maior de todos é reduzir/controlar gastos. Depois, evitar o endividamento. Não querem novos carnês e prestações.

8) Onde vão mexer muito nos seus gastos: lazer, vestuário, cartão de crédito, celular e no consumo de serviços públicos.

9) Vão mexer pouco nos gastos com alimentação, educação, saúde e limpeza.

10) Em relação às compras, os três pontos mais fortes são: buscar lojas/supermercados mais baratos (95%), eliminar produtos e categorias (77%) e reduzir quantidade de consumo (73%)

11) Sobre o Natal: não se mexe na celebração, mas na forma de presentear. Depois das festas mais de 70% pensam em renegociar as dívidas

12) Todos esses comportamentos são estratégias mentais para reagir à crise. O que sinalizará que é hora de colocar em prática todo esse arsenal de defesas anti-crise: caso o desemprego chegue perto e o dinheiro comece a sumir do bolso.

13) O que esperam das empresas durante a crise: embalagens econômicas (o principal), ofertas especiais e informação dos produtos ou serviços que ajude a escolher melhor.

14) Conclusão: o consumidor emergente do crédito e consumo fácil e farto será substituído por uma classe C e D mais criteriosa e conscientizada, ponderada.

http://www.mccann.com.br/blog/

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“Crise beneficiará anúncios em vídeos online”, diz YouTube

Publicado por Jefferson Ricardo em 04/02/2009

O mercado mundial de vídeos online deverá ser beneficiado nesse momento de crise, segundo previsão do co-fundador do Youtube Chad
Hurley na última sexta-feira (30), no Fórum Econômico Mundial, em Davos. De acordo com o agora presidente-executivo da empresa, o
rápido crescimento na demanda de vídeos na web significa que o site está atingindo audiências maiores e comercialmente mais valiosas.

O YouTube ficou famoso mundialmente ao crescer rapidamente e tornar-se o maior site de vídeos, com oferta de variedade de conteúdo que
inclui desde vídeos musicais a discursos do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

http://www.adnews.com.br/internet.php?id=83336.

Hurley afirmou que o site recebe a cada minuto mais de 15 horas de vídeo e que os números deverão crescer. Ele comparou a audiência do
site com a da TV e declarou que as pessoas trocarão a televisão – que, segundo ele, não é tão mensurável – por um veículo que permite que elas atinjam audiência das mesmas dimensões, e a uma fração do custo, afirmou Chad durante a mesa-redonda.

A expectativa do mercado publicitário é que os investimentos caiam significativamente este ano conforme a recessão se espalha undialmente. Apesar do cenário ruim, o presidente-executivo do grupo Publicis afirmou em entrevista à Reuters que a mídia digital sofrerá menos impacto do que a tradicional.

Hurley afirmou que o YouTube está testando diversos modelos publicitários, entre os quais práticas tradicionais da mídia eletrônica de massa, como os comerciais, assim como anúncios de abertura exibidos antes da execução de um vídeo. Segundo ele, é preciso experimentar.

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Casas Bahia gasta R$ 3,7 milhões e entra hoje na web

Publicado por Jefferson Ricardo em 04/02/2009

A Casas Bahia confirma especulações e lança hoje a sua loja virtual, a filial nº 5.000. A primeira loja da rede, em funcionamento 24 horas por dia, consumiu investimentos de R$ 3,7 milhões e tem como perspectiva responder por até 2% do faturamento da Casas Bahia em seu primeiro ano de funcionamento.

A Casas Bahia entra na internet com um modelo diferenciado, que não afeta as vendas das lojas físicas. A idéia é que um canal de vendas
auxilie o outro e que os dois preservem o nosso padrão de atendimento”, afirma Michael Klein, diretor executivo da rede. Além
disso a loja virtual utiliza uma tecnologia que tem absoluta sinergia com a gestão de negócio em tempo real que já se faz na empresa completa Klein.

A filial de nº 5.000 recebeu identidade própria e funcionará 7 dias da semana, 24 horas por dia, durante todo o ano com garantia de total isponibilidade do sistema. É o primeiro site no mundo desenvolvido em cima de uma plataforma de mainframe – computador de grande porte
que processa os dados da Casas Bahia segundo a segundo.

A tecnologia permite um ambiente virtual integrado com o da rede em tempo real, ou seja, exatamente como na loja física, assim que a
compra é validada no site, há geração de cadastro, de pedido de venda, baixa no estoque, a entrega é acionada e a mercadoria levada
ao cliente no prazo determinado.

Segurança nas transações on line foi outra prioridade e segue os padrões internacionais fruto da parceria da rede com a IBM. Trabalhamos duro para garantir a inviolabilidade e a confidencialidade dos dados de cada transação, enfatiza Klein.
Nossa loja utiliza tecnologia de ponta, o que há de mais no mercado. Afinal, segurança não é produto, é solução mais processo, completa ele.

A loja virtual da Casas Bahia dispõe de parceiros como o Clear Sal, que checa informações transacionais no ambiente on line; a Aúnica,
responsável pela implementação do Omniture, software líder mundial em web analitics e a Atlas Solutions, plataforma de monitoramento e
hospedagem de campanhas de midia on line. Além disso há a ferramenta de criptografia que assegura que todas as informações transacionais
sejam codificadas.

A loja da rede na web tem 13 categorias de produtos diferentes para o e-consumidor: móveis, eletrodomésticos, eletroportáteis, informática,
bebê, saúde e beleza, esporte e lazer e brinquedos e games. Ao todo serão comercializados na fase inicial cerca de 4 mil produtos à
exceção de aparelhos celulares e alguns itens do portfolio de móveis. A administração do portal de vendas será feita pela recém criada área
de web/internet, ligada ao departamento de marketing da Casas Bahia.

Os pagamentos na loja virtual serão feitos por boleto bancário, cartões de débito on line (Banco do Brasil) e os de crédito das bandeiras Amex, Visa, Redecard e Casas Bahia/Bradesco, bandeira Visa.

http://www.adnews.com.br/internet.php?id=83350.

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